sexta-feira, 24 de outubro de 2025

Madeira Autonomia elege novos corpos sociais


O Movimento Madeira Autonomia, MMA, Movimento plural que defende a Autonomia plasmada na Constituição da República, elegeu os novos membros dos seus órgãos sociais. Assim, dos diferentes órgãos, fazem parte os seguintes elementos: 

Direção:

• Presidente: Alexandra Nepomuceno;

• Vice-Presidente: Edgar Silva;

• Vogal: Indalécio Santos; 

Assembleia Geral: 

• Presidente: José Manuel Rodrigues;

• Vice-Presidente: José Maurício, Rodrigues;

• Secretário: Miguel Luís Fonseca, um dos fundadores e presidente honorário; 

Conselho Fiscal: 

• Presidente: Eduardo Freitas;

• Vice-Presidente: Paulo Farinha;

• Relator: Margarida Neves.

Movimento aprovou um voto de louvor e aclamação ao seu anterior presidente da Assembleia Geral, Rui Nepomuceno, relevando a sua luta de uma vida pela Democracia e a Autonomia Constitucional. 

Nesta nova etapa, o Movimento persegue o seu ideal, que nasce com a Democracia, a defesa da Autonomia dos territórios portugueses do Atlântico, concretização das propostas lançadas desde a sua fundação e lançamentos de novas propostas, de acordo com os seus princípios e valores.


segunda-feira, 12 de abril de 2021

Exposição online - Celebre connosco



Hoje na Câmara Municipal do Funchal com a presença do Senhor Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Eng. Miguel Silva Gouveia e com a presença do Presidente do Movimento Madeira-Autonomia, Eng. Eduardo Freitas foi apresentado a exposição online de visitantes ao Funchal. Esta exposição contou com o apoio da Câmara Municipal do Funchal, mas também de muitos fotógrafos e entidades, nomeadamente o Arquivo Regional da Madeira, Arquivo da Presidência da República, Diocese do Funchal, muitas outras entidades.


O Movimento Madeira-Autonomia aproveita para agradecer a todas as entidades e fotógrafos que disponibilizaram e autorização a utilização das mesmas fotos. O nosso muito obrigado.


Neste momento todos podem contribuir com as suas fotos e partilhar no respetivo site.


Madeira Photo Story




quinta-feira, 29 de março de 2018


O Movimento Madeira - Autonomia (MMA) declarou-se esta manhã "motivado" após ter obtido resposta a uma carta enviada a 24 de fevereiro de 2018 ao Presidente da República, sobre os juros da dívida da Região Autónoma da Madeira.

"Torna-se público que este movimento obteve resposta por parte da Presidência da República, em carta assinada pelo Chefe da Casa Civil, onde se dá nota que o assunto mereceu a melhor atenção daquela instituição", diz o MMA, numa nota, assinada pelo presidente, Eduardo Freitas.

Neste contexto, adianta, "o MMA sente-se motivado por esta resposta e apela a todos os habitantes da Região Autónoma da Madeira para que deem o seu melhor empenho cívico por esta causa de defesa da coesão nacional, que só se consegue com o tratamento dos madeirenses como cidadãos de parte inteira da República Portuguesa".

Publicado no JM-Madeira

sábado, 3 de março de 2018

Carta ao Presidente da República sobre os juros da dívida regional


Na sequência da Carta que o Movimento Madeira-Autonomia enviou ao Presidente da República sobre os juros da dívida da Madeira a solicitar o exercício sua magistratura de influência, carta que o Movimento enviou, para os devidos efeitos, para os diferentes grupos parlamentares da Assembleia da República, cumpre-nos dar conta do seguinte:

- O Movimento regista, com agrado, a disponibilidade e a compreensão dos partidos pelo papel das associações cívicas como o MMA numa sociedade aberta e democrática;

Publicado no blog Fénix do Atlântico

Movimento Madeira Autonomia satisfeito com a recepção dos partidos às suas reivindicações sobre os juros da dívida da Madeira


Na sequência da Carta que o Movimento Madeira-Autonomia enviou ao presidente da República sobre os juros da dívida da Madeira a solicitar o exercício sua magistratura de influência, carta que foi também enviada para os diferentes grupos parlamentares da Assembleia da República, o dito movimento refere agora que “regista, com agrado, a disponibilidade e a compreensão dos partidos pelo papel das associações cívicas como o MMA numa sociedade aberta e democrática”.

Por outro lado, faz notar que o serviço à democracia e à autonomia é uma atitude cívica e “nisso não há concorrência entre partidos e associações cívicas, antes cooperação estratégica incompatível com quaisquer protagonismos ególatras e oportunistas destituídos do sentido da causa autonómica e cívica, o que, felizmente, não se releva”.

Por isso, o Movimento “saúda todos aqueles que, de uma forma ou de outra, na senda da nossa iniciativa, trabalharem, de forma abnegada, para a causa comum da coesão nacional, incompatível, neste caso concreto, com o tratamento discriminatório que é o que simboliza estar a pagar juros mais altos do que a República e, dessa forma, estar esta Região Autónoma a financiar o Estado”.

sexta-feira, 2 de março de 2018

Nota de imprensa - Carta ao Presidente da República sobre os juros da dívida

Nota de Imprensa

Carta ao Presidente da República sobre os juros da dívida regional

Na sequência da Carta que o Movimento Madeira-Autonomia enviou ao Presidente da República sobre os juros da dívida da Madeira a solicitar o exercício sua magistratura de influência, carta que o Movimento enviou, para os devidos efeitos, para os diferentes grupos parlamentares da Assembleia da República, cumpre-nos dar conta do seguinte:

- O Movimento regista, com agrado, a disponibilidade e a compreensão dos partidos pelo papel das associações cívicas como o MMA numa sociedade aberta e democrática;

- O Movimento anota que o serviço à Democracia e à Autonomia é uma atitude cívica e nisso não há concorrência entre partidos e associações cívicas, antes cooperação estratégica incompatível com quaisquer protagonismos ególatras e oportunistas destituídos do sentido da causa autonómica e cívica, o que, felizmente, não se releva.

- O Movimento saúda todos aqueles que, de uma forma ou de outra, na senda da nossa iniciativa, trabalharem, de forma abnegada, para a causa comum da coesão nacional, incompatível, neste caso concreto, com o tratamento discriminatório que é o que simboliza estar a pagar juros mais altos do que a República e, dessa forma, estar esta Região Autónoma a financiar o Estado.

Saudações autonómicas,

Eduardo Freitas
Presidente do Movimento Madeira-Autonomia

quinta-feira, 1 de março de 2018

Resposta do CDS à carta do MMA


Resposta do Grupo Parlamentar à carta do Movimento Madeira-Autonomia:

"Exmo. Senhor,

Venho, pelo presente, acusar a recepção do e-mail, datado do dia 24 do passado mês de Fevereiro, que mereceu a nossa melhor atenção e que muito agradecemos.

Embora o CDS/PP não tenha, infelizmente, eleito Deputados para a presente Legislatura, pelo círculo eleitoral da Madeira, não podemos, nem iremos, deixar de atender aos interesses e preocupações deste círculo.

Assim, o documento foi remetido aos Deputados do Grupo Parlamentar destacados para representar os interesses e agir, no âmbito das suas funções, como se houverem sido eleitos pelo círculo eleitoral de Madeira.

Apresento a V. Exa. os melhores cumprimentos.

Lisboa e Palácio de S. Bento, 1 de Março de 2018

A Chefe de Gabinete do Grupo Parlamentar
(Mariana Freire de Andrade)"

sábado, 24 de fevereiro de 2018

Movimento Madeira-Autonomia pede intervenção de Marcelo na questão dos juros da dívida da Madeira - DNotícias


O Movimento Madeira-Autonomia, associação que tem por objectivo a defesa da Autonomia consagrada na Constituição da República, enviou um documento ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa apelando para que exerça a sua influência de forma a que os madeirenses sejam tratados como os portugueses do continente, no sentido de a Madeira não pagar juros mais elevados do que a República para financiamento junto dos mercados. Rui Nepomuceno, presidente da Assembleia, Eduardo Freitas, presidente da direcção e Sancho Gomes, presidente do Conselho Fiscal assinam um documento dirigido a Marcelo justificando, em 11 pontos, as razões de tal pedido: “1. Foi a Região Autónoma da Madeira, em Janeiro de 2012, obrigada a assinar um duplo Plano de Ajustamento, Económico e Financeiro (PAEF), sendo submetido a um plano de assistência financeira pela República Portuguesa, da qual faz parte integrante; 2. Os madeirenses foram obrigados aos sacrifícios a que foram submetidos todos os portugueses que advieram do PAEF imposto pela «troika» a Portugal, agravado por um PAEF imposto pela República; 3. É bom lembrar que a dívida contraída pela Região Autónoma da Madeira, ao longo do tempo, foi essencial para esbater assimetrias sociais, culturais e económicas, favorecendo a aproximação desta Região aos níveis de desenvolvimento que se verificavam no restante território nacional e europeu, fruto de séculos de desinvestimento e isolamento;

4. Se é verdade é que a Região Autónoma da Madeira, no PAEF específico a que foi sujeita pelo Governo da República, usufruiu da taxa de juro idêntica à que foi imposta a Portugal pela «troika», não é menos verdade que, neste momento, após a saída do País do plano de ajustamento, Portugal tem-se financiado a taxas de bem mais baixas do que aquelas que cobra a esta Região Autónoma;

5. Ora, de tal resulta que a Madeira esteja a financiar o Estado Português, pagando uma taxa de juro injusta e ilegítima;

6. Por esse motivo, como portugueses de pleno direito, os madeirenses não entendem que esta parcela do território nacional esteja sujeita a continuar a pagar uma taxa de juro (3,375% + spread 0,15%) equivalente àquela a que o nosso País estava sujeito nos tempos da intervenção externa;

7. Os madeirenses, enquanto portugueses que se orgulham de o ser, não podem deixar de se sentir magoados no seu patriotismo ao verem a República a auferir lucros com empréstimos a esta terra, pagos com os seus impostos, sem que isso possa vir, sequer, a equivaler a investimentos na Região, em projectos de interesse nacional de vária natureza;

8. Tal facto é terreno fértil para todas as demagogias e populismos, quando os madeirenses vêem o Estado, que deveria ser o garante da unidade nacional, como o principal instigador da secessão e de sentimentos divisionistas;

9. A verdade é que, de acordo com os dados recolhidos junto do Instituto Nacional de Estatística e também pelas agências de notação financeira, a Região Autónoma da Madeira tem honrado e cumprido todos os seus compromissos junto das diversas instituições, conforme o acordado;

10. Ainda de acordo com os dados revelados por fontes oficiais, caso exista um ajustamento da taxa em valores equivalentes ao que aconteceu com a República, tal resultaria numa redução de 12,1 milhões de euros, valor esse que podia ser investido em infraestruturas necessárias para a Região Autónoma da Madeira, nomeadamente no setor social e educacional;

11. Face ao exposto, o Movimento Madeira-Autonomia entendeu que devia expor a Vossa Excelência este assunto para que decida, no desempenho das suas altas funções, da forma que melhor entender, nomeadamente no exercício da magistratura de influência que tão bem tem exercido junto das instituições nacionais, mas também regionais, para que a coesão nacional que o texto constitucional consagra possa ser servida”.

Publicado no DNotícias

Movimento Madeira Autonomia pede a Marcelo que intervenha para baixar juros cobrados pelo Estado à Madeira - Funchal Notícias



O Movimento Madeira-Autonomia escreveu uma carta ao presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa para que decida, no desempenho das suas altas funções, da forma que melhor entender, nomeadamente no exercício da magistratura de influência, para que a coesão nacional que o texto constitucional consagra possa ser servida no que toca aos juros da dívida da Madeira.

A carta assinada por Rui Nepomuceno (presidente da Assembleia do Movimento), Eduardo Freitas (presidente da direcção) e Sancho Gomes (presidente do conselho fiscal) insta Marcelo a intervir para que o Estado deixe de cobrar à Madeira juros superiores aos que os credores internacionais cobram pelos empréstimos ao Estado português.

O Movimento Madeira-Autonomia, associação cujo objeto é a defesa da Autonomia consagrada na Constituição da República, a qual possibilitou todo o desenvolvimento da Região Autónoma da Madeira, promovendo não apenas uma infraestruturação ímpar na sua História de seis séculos, mas também uma mobilidade social sem paralelo, expôs ao Presidente da República o seguinte:

1. Foi a Região Autónoma da Madeira, em janeiro de 2012, obrigada a assinar um duplo Plano de Ajustamento, Económico e Financeiro (PAEF), sendo submetido a um plano de assistência financeira pela República Portuguesa, da qual faz parte integrante;

2. Os madeirenses foram obrigados aos sacrifícios a que foram submetidos todos os portugueses que advieram do PAEF imposto pela «troika» a Portugal, agravado por um PAEF imposto pela República;

3. É bom lembrar que a dívida contraída pela Região Autónoma da Madeira, ao longo do tempo, foi essencial para esbater assimetrias sociais, culturais e económicas, favorecendo a aproximação desta Região aos níveis de desenvolvimento que se verificavam no restante território nacional e europeu, fruto de séculos de desinvestimento e isolamento;

4. Se é verdade é que a Região Autónoma da Madeira, no PAEF específico a que foi sujeita pelo Governo da República, usufruiu da taxa de juro idêntica à que foi imposta a Portugal pela «troika», não é menos verdade que, neste momento, após a saída do País do plano de ajustamento, Portugal tem-se financiado a taxas de bem mais baixas do que aquelas que cobra a esta Região Autónoma;

5. Ora, de tal resulta que a Madeira esteja a financiar o Estado Português, pagando uma taxa de juro injusta e ilegítima;

6. Por esse motivo, como portugueses de pleno direito, os madeirenses não entendem que esta parcela do território nacional esteja sujeita a continuar a pagar uma taxa de juro (3,375% + spread 0,15%) equivalente àquela a que o nosso País estava sujeito nos tempos da intervenção externa;

7. Os madeirenses, enquanto portugueses que se orgulham de o ser, não podem deixar de se sentir magoados no seu patriotismo ao verem a República a auferir lucros com empréstimos a esta terra, pagos com os seus impostos, sem que isso possa vir, sequer, a equivaler a investimentos na Região, em projetos de interesse nacional de vária natureza;

8. Tal facto é terreno fértil para todas as demagogias e populismos, quando os madeirenses veem o Estado, que deveria ser o garante da unidade nacional, como o principal instigador da secessão e de sentimentos divisionistas;

9. A verdade é que, de acordo com os dados recolhidos junto do Instituto Nacional de Estatística e também pelas agências de notação financeira, a Região Autónoma da Madeira tem honrado e cumprido todos os seus compromissos junto das diversas instituições, conforme o acordado;

10. Ainda de acordo com os dados revelados por fontes oficiais, caso exista um ajustamento da taxa em valores equivalentes ao que aconteceu com a República, tal resultaria numa redução de 12,1 milhões de euros, valor esse que podia ser investido em infraestruturas necessárias para a Região Autónoma da Madeira, nomeadamente no setor social e educacional.

Publicado em Funchal Notícias

Juros da Dívida da RAM






O Movimento Madeira-Autonomia apela ao Presidente da República para que exerça a sua magistratura de influência junto dos órgãos de Poder, da República e da Região para que os portugueses da Região Autónoma da Madeira sejam tratados como os portugueses do continente para que a Madeira não pague juros mais elevados do que os que a República para se financiar junto dos mercados. 

O Movimento vai enviar cópia do documento para os partidos da Assembleia da República. 

Com os melhores cumprimentos,
Direção Movimento

domingo, 1 de outubro de 2017

Saudação do MMA ao povo da Catalunha

O MMA enviou a seguinte saudação para ao Presidente Generalitat da Catalunha:
 Exmo. Senhor Presidente da Catalunha,

Digníssimo Carles Puigdemont i Casamajó,

A Associação Movimento Madeira-Autonomia vem por este meio prestar toda a solidariedade ao povo da Catalunha, desejando que todos os processos de democracia sejam exercidos sem qualquer pressão e de livre vontade.

Desde a Região Autónoma da Madeira e da Nação Portuguesa, livre e soberana, defendemos o direito dos povos a decidir e os portugueses já o fizeram há muitos séculos em respeito pela democracia, pela autonomia e autodeterminação dos povos, das nações e das regiões autónomas.

A repressão, seja qual for a sua forma e feitio, é inadmissível e um atentado à Democracia.

Viva a Catalunha!

Saudações democráticas desde a Região Autónoma da Madeira, República Portuguesa,

Eduardo Freitas
Presidente do Movimento Madeira-Autonomia

terça-feira, 15 de agosto de 2017

MMA solidário com as vítimas da tragédia do Monte

Fonte: http://www.freguesiadomonte.com/portfolio-posts/largo-da-fonte/

Nesta hora de mágoa para toda a Região Autónoma da Madeira, o Movimento Madeira-Autonomia apresenta as suas condolências às famílias das vítimas do grave acidente que ocorreu este domingo na Festa de Nossa Senhora do Monte.

domingo, 23 de julho de 2017

Eduardo Freitas é o novo presidente do Movimento “Madeira Autonomia”


Reuniu, ontem, em Assembleia Geral a associação cívica Movimento Madeira Autonomia para eleição dos órgãos que o dirigem.

Foi eleito pela lista A Presidente da Assembleia Geral, Dr. Rui Nepomuceno, para a Presidência do Conselho Fiscal, Dr. Sancho Gomes e para a Presidência da Direção, o Eng. Eduardo Freitas.

De destacar ainda, que, por proposta do novo Presidente da Direção, o presidente cessante, Prof. Miguel Luís da Fonseca, foi eleito, por unanimidade, Presidente Honorário do Movimento Madeira Autonomia.

Nas breves palavras proferidas pelo Presidente da Assembleia Geral, o Dr. Rui Nepomuceno, manifestou desejo de que a associação continue a lutar pela Autonomia, pois esta é transversal a todos os quadrantes políticos, sociais e culturais, e encetar esforços de debater, estrategicamente, os grandes dossiês da vida regional, sejam os transportes marítimos ou aéreos, a luta pelos direitos e garantia dos madeirenses enquanto portugueses de parte inteira, a resolução da dívida da Madeira, o património natural e construído, o aprofundamento das sinergias resultantes energias da nossa posição geoestratégica, geolinguística e geocultural.

Já o recém-eleito Presidente da Direção, Eng. Eduardo Freitas, reforçou a ideia de continuar a lutar pela Autonomia, um aprofundamento da mesma, independentemente do posicionamento partidário ou ideológico de cada um, mas sim com as causas em que as principais referências são os valores madeirenses. Continuar nas causas já anteriormente defendidas, nomeadamente conseguir que a Associação seja aceite como membro consultivo da CPLP, pois a CPLP e a Macaronésia são lugares para onde a Madeira se deve voltar pela posição estratégica que a Madeira assume.

Em palavras de circunstância, o Presidente Honorário, Miguel Fonseca, agradeceu a colaboração institucional que sempre lhe foi prestada por todos e deixou palavras de confiança nos órgãos eleitos e desejou prosperidades autonómicas ao Presidente da Assembleia Geral, Dr. Rui Nepomuceno e ao Presidente da Direção, Engº. Eduardo Freitas, bem como ao Presidente reeleito do Conselho Fiscal, Dr. Sancho Gomes.

CONSTITUIÇÃO DOS ÓRGÃOS:

Assembleia Geral
– Presidente: Rui Nepomuceno
– Vice-Presidente: José Maurício Rodrigues
– Secretário: Vieira Cravo

Conselho Fiscal
– Presidente: Sancho Gomes
– Vice-Presidente: Paulo Freitas
– Relator: Paulo Farinha

Direção
– Presidente: Eduardo Freitas
– Vice-Presidente: Nádia Vieira
– Vogal: Margarida Neves

Publicado no Funchal Notícias

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