domingo, 23 de julho de 2017
Madeira Autonomia com novos órgãos
julho 23, 2017
Publicado no Diário de Notícias da Madeira - Edição imprensa de 23-07-2017
Eduardo Freitas é o novo presidente do Movimento “Madeira Autonomia”
julho 23, 2017
Reuniu, ontem, em Assembleia Geral a associação cívica Movimento Madeira Autonomia para eleição dos órgãos que o dirigem.
Foi eleito pela lista A Presidente da Assembleia Geral, Dr. Rui Nepomuceno, para a Presidência do Conselho Fiscal, Dr. Sancho Gomes e para a Presidência da Direção, o Eng. Eduardo Freitas.
De destacar ainda, que, por proposta do novo Presidente da Direção, o presidente cessante, Prof. Miguel Luís da Fonseca, foi eleito, por unanimidade, Presidente Honorário do Movimento Madeira Autonomia.
Nas breves palavras proferidas pelo Presidente da Assembleia Geral, o Dr. Rui Nepomuceno, manifestou desejo de que a associação continue a lutar pela Autonomia, pois esta é transversal a todos os quadrantes políticos, sociais e culturais, e encetar esforços de debater, estrategicamente, os grandes dossiês da vida regional, sejam os transportes marítimos ou aéreos, a luta pelos direitos e garantia dos madeirenses enquanto portugueses de parte inteira, a resolução da dívida da Madeira, o património natural e construído, o aprofundamento das sinergias resultantes energias da nossa posição geoestratégica, geolinguística e geocultural.
Já o recém-eleito Presidente da Direção, Eng. Eduardo Freitas, reforçou a ideia de continuar a lutar pela Autonomia, um aprofundamento da mesma, independentemente do posicionamento partidário ou ideológico de cada um, mas sim com as causas em que as principais referências são os valores madeirenses. Continuar nas causas já anteriormente defendidas, nomeadamente conseguir que a Associação seja aceite como membro consultivo da CPLP, pois a CPLP e a Macaronésia são lugares para onde a Madeira se deve voltar pela posição estratégica que a Madeira assume.
Em palavras de circunstância, o Presidente Honorário, Miguel Fonseca, agradeceu a colaboração institucional que sempre lhe foi prestada por todos e deixou palavras de confiança nos órgãos eleitos e desejou prosperidades autonómicas ao Presidente da Assembleia Geral, Dr. Rui Nepomuceno e ao Presidente da Direção, Engº. Eduardo Freitas, bem como ao Presidente reeleito do Conselho Fiscal, Dr. Sancho Gomes.
CONSTITUIÇÃO DOS ÓRGÃOS:
Assembleia Geral
– Presidente: Rui Nepomuceno
– Vice-Presidente: José Maurício Rodrigues
– Secretário: Vieira Cravo
Conselho Fiscal
– Presidente: Sancho Gomes
– Vice-Presidente: Paulo Freitas
– Relator: Paulo Farinha
Direção
– Presidente: Eduardo Freitas
– Vice-Presidente: Nádia Vieira
– Vogal: Margarida Neves
Publicado no Funchal Notícias
sábado, 22 de julho de 2017
Movimento Madeira Autonomia com novos órgãos eleitos
julho 22, 2017
A associação cívica Movimento Madeira Autonomia (MMA) reuniu ontem, em Assembleia Geral, para eleição dos órgãos que o dirigem.
Pela lista A foi eleito presidente da Assembleia Geral, Rui Nepomuceno, para a presidência do Conselho Fiscal, Sancho Gomes e para a presidência da Direção, Eduardo Freitas.
De destacar ainda, que, por proposta do novo presidente da Direção, o presidente cessante, Miguel Luís da Fonseca, foi eleito, por unanimidade, presidente honorário do Movimento Madeira Autonomia.
O presidente da Assembleia Geral, Rui Nepomuceno, manifestou o desejo de que a associação continue a lutar pela Autonomia, “pois esta é transversal a todos os quadrantes políticos, sociais e culturais, e a encetar esforços de debater estrategicamente os grandes dossiês da vida regional”. Os transportes marítimos ou aéreos, a luta pelos direitos e garantia dos madeirenses enquanto portugueses de parte inteira, a resolução da dívida da Madeira, o património natural e construído, o aprofundamento das sinergias resultantes energias da nossa posição geoestratégica, geolinguística e geocultural, são alguns dos exemplos.
Já o recém-eleito presidente da Direção, Eduardo Freitas, reforçou a ideia de “continuar a lutar pela Autonomia, um aprofundamento da mesma, independentemente do posicionamento partidário ou ideológico de cada um, mas sim com as causas em que as principais referências são os valores madeirenses”.
Prometeu ainda “conseguir que a associação seja aceite como membro consultivo da CPLP, pois a CPLP e a Macaronésia são lugares para onde a Madeira se deve voltar pela posição estratégica que a Madeira assume”.
Em palavras de circunstância, o presidente honorário, Miguel Fonseca, agradeceu a colaboração institucional que sempre lhe foi prestada por todos, deixou palavras de confiança aos órgãos eleitos e desejou prosperidades autonómicas a Rui Nepomuceno, Eduardo Freitas e a Sancho Gomes.
Constituição dos órgãos:
Assembleia Geral
- Presidente: Rui Nepomuceno
- Vice-Presidente: José Maurício Rodrigues
- Secretário: Vieira Cravo
Conselho Fiscal
- Presidente: Sancho Gomes
- Vice-Presidente: Paulo Freitas
- Relator: Paulo Farinha
Direção
- Presidente: Eduardo Freitas
- Vice-Presidente: Nádia Vieira
- Vogal: Margarida Neves
Publicado no JM-Madeira
Movimento Madeira Autonomia com novos órgãos sociais
julho 22, 2017
A associação cívica Movimento Madeira Autonomia elegeu ontem os seus novos órgãos dirigentes. Foi eleito pela lista A para presidente da Assembleia Geral, Rui Nepomuceno, para a Presidência do Conselho Fiscal, Sancho Gomes e para a Presidência da Direcção, Eduardo Freitas. O presidente cessante, Miguel Luís da Fonseca, foi eleito, por unanimidade, Presidente Honorário do Movimento Madeira Autonomia.
Rui Nepomuceno manifestou desejo de que a associação continue a lutar pela Autonomia, “pois esta é transversal a todos os quadrantes políticos, sociais e culturais”. Além disso, quer encetar esforços de debater, estrategicamente, os grandes dossiês da vida regional, “sejam os transportes marítimos ou aéreos, a luta pelos direitos e garantia dos madeirenses enquanto portugueses de parte inteira, a resolução da dívida da Madeira, o património natural e construído, o aprofundamento das sinergias resultantes energias da nossa posição geoestratégica, geolinguística e geocultural”.
Eduardo Freitas quis reforçar a ideia de continuar a lutar pela Autonomia, “um aprofundamento da mesma, independentemente do posicionamento partidário ou ideológico de cada um, mas sim com as causas em que as principais referências são os valores madeirenses”. “Continuar nas causas já anteriormente defendidas, nomeadamente conseguir que a Associação seja aceite como membro consultivo da CPLP, pois a CPLP e a Macaronésia são lugares para onde a Madeira se deve voltar pela posição estratégica que a Madeira assume”, defendeu.
Assembleia Geral
- Presidente: Rui Nepomuceno
- Vice-Presidente: José Maurício Rodrigues
- Secretário: Vieira Cravo
Conselho Fiscal
- Presidente: Sancho Gomes
- Vice-Presidente: Paulo Freitas
- Relator: Paulo Farinha
Direcção
- Presidente: Eduardo Freitas
- Vice-Presidente: Nádia Vieira
- Vogal: Margarida Neves
Publicado no Diário de Notícias da Madeira
quinta-feira, 6 de julho de 2017
Convocatória da Assemblia Geral Eleitoral do Movimento Madeira-Autonomia
julho 06, 2017
Nos termos dos Estatutos do Movimento Madeira-Autonomia, do Regulamento Interno do Movimento e do Código Civil, eu, Miguel Luís da Fonseca, presidente cessante, na qualidade de membro associado do Movimento:
Convoco a Assembleia Geral Eleitoral, tendo em vista a eleição dos órgãos do Movimento, para o próximo dia 21 de Julho.
Mesa da Assembleia Geral
Presidente
Vice-Presidente
Secretário
Direção
Presidente
Vice-Presidente
Vogal
Conselho Fiscal
Presidente
Vice-Presidente
Fiscal
Funchal, 6 de julho de 2017
O Presidente Cessante
Miguel Fonseca
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Rui Nepomuceno adere ao Madeira-Autonomia
fevereiro 20, 2012
É a tentativa de deixar claro que o Movimento Madeira-Autonomia é apartidário. Os dirigentes do movimento divulgam os nomes de mais alguns aderentes ao projecto, pessoas de diferentes origens e conotações partidárias.
Um dos nomes mais sonantes que aceitou o convite para integrar o movimento é Rui Nepomuceno, histórico militante do Partido Comunista Português.
Com conotação partidária, aparece também Cláudio Pestana que, depois de ser dirigente da juventude do Bloco de Esquerda, agora está envolvido no projecto de José Manuel Coelho e do Partido Trabalhista Português.
Sónia Almada, mulher de Roberto Almada, dirigente do BE, também assume a sua pertença ao Madeira Autonomia, assim como Gonçalo Nuno Santos, assessor de imprensa do CDS.
Há ainda um conjunto de pessoas sem conotação partidária óbvia, mas que também dão a ideia de uma participação socialmente alargada: José Casimiro Pereira - oficial de justiça; Pedro Miguel Luís Dinis - oficial de justiça; Fernando Jorge Mourão Braga - oficial de justiça; Teresa Jesus Pestana Marcos - professora; Ângela Maria Gomes Ferreira de Sousa - técnica administrativa; Filipe Pinto - operador de telemóveis.
O Madeira-Autonomia assume-se como um movimento que pretende defender as causas autonómicas, sem se substituir aos partidos. Nasceu há alguns meses, ainda que não tenha existência formal.
Mesmo assim tem vindo a realizar algumas iniciativas para se dar a conhecer, como a divulgação de um manifesto ou uma audiência com o Representante da República para a Madeira - Ireneu Barreto.
São os primeiros rostos do movimento: Rui Caetano; Miguel Fonseca e Aires Pedro.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
'Plano de emergência social' com um terço do 'jackpot'
janeiro 06, 2012
Numa altura em que a Assembleia Legislativa confirmou a manutenção dos valores das subvenções aos partidos, em mais de cinco milhões de euros anuais, o Movimento Madeira-Autonomia vem a público fazer uma sugestão aos partidos, de forma a que devolvam à sociedade parte do dinheiro que recebem. É proposto, muito concretamente, "que as diferentes forças políticas com representação parlamentar, reafectem ao 'programa de emergência social' um terço das verbas que lhes são destinadas pelo financiamento público".
Os membros do Movimento lembram que um terço do valor corresponde a propostas vindas a públicos por parte de alguns partidos. Mas essas propostas não vingaram no parlamento.
O Madeira-Autonomia diz que essas reivindicações correspondem a uma "justa indignação" de vários políticos e partidos e afirmam que, actualmente, defender os madeirenses (lema do movimento) "é defender os madeirenses mais pobres".
O movimento propõe aos partidos, que recebem subvenções, que façam com o dinheiro o que o Orçamento da Região deveria ter feito e não fez. "Em nome da justiça distributiva" criem um programa de emergência social.
Esse programa deverá contemplar várias vertentes, umas de curto prazo, outras mais alargadas no tempo. "De natureza urgente e imediata" é defendido um programa de emergência alimentar para crianças e jovens, que, em colaboração com as escolas, possa garantir, no mínimo, uma refeição diária.
Numa "intervenção mais alargada", é proposta a doação de verbas a instituições de solidariedade social e religiosas, "nomeadamente paróquias ou jurisdição equivalente de diferentes credos".
"De natureza estratégica e de sustentabilidade económica e social" é proposto um plano alimentar regional, sustentado nas actividades marítima, piscícola e de produção horto-frutícola. Um programa que teria a mais-valia de conter um componente paisagística e de ordenamento do território.
"Este programa pode e deve ser pensado tendo em conta os recursos humanos disponíveis, nomeadamente desempregados, a quem seria dada a formação necessária a este projecto, feito em colaboração com organismos de natureza diversa, nomeadamente a Universidade da Madeira e organismos profissionais de várias ordem."
Dar a cara
Após um primeiro momento, em que apenas três pessoas aceitaram dar a cara pelo movimento, nesta altura existe um conjunto de pessoas que já assumem publicamente estarem empenhadas no projecto Madeira-Autonomia.
Para já, são mais dez, mas Rui Caetano assegura que, muito em breve, mais pessoas estarão dispostas a assumir a participação no projecto.
Trata-se um processo lento, nas seguro, garante. A ideia é não fazer do Madeira-Autonomia um projecto que venha a desaparecer, como aconteceu com vários outros na região.
Os nomes que aceitam a divulgação são: Eduardo Freitas - licenciado em engenharia biomédica; Sancho Gomes - licenciado em filosofia; Rosália Ornelas - professora; Duarte Franco - licenciado em gestão; Carolina Santos - licenciada em psicologia; Sérgio Abreu - professor; Fátima Pitta Dionísio - poetisa; José Abreu - enfermeiro; Patrícia Spínola - professora; e Maria José Fernandes - reformada.
In Diário de Notícias da Madeira
Subscrever:
Mensagens (Atom)






